Situação 1: Ele chega em casa do trabalho cansado e stressado com chefe e com as horas extras que descobriu que vai ter que fazer na semana. Ela chegou em casa animadíssima, depois de ter passado na loja de lingerie e comprado um conjuntinho matador. Ela procura, dá beijinhos, fala umas sacanagens no ouvido e passa discretamente a mão no pau, pra constatar que ele não demonstrava nenhum sinal de vida.
Situação 2: Ele passou o dia inteiro pensando em sexo. Cogitou até bater umazinha pra aliviar a tensão, mas achou melhor guardar a vitalidade pra ela. Toma aquele banho e pula na cama com o menino já demonstrando a empolgação. Ela está vendo filme. Está cansada. Tudo o que mais queria era domir de conchinha ganhando cafuné. Ele insiste. Quer tascar-lhe um beijo de língua, daqueles que chamam pro sexo, mas ela corta com um delicado selinho. Ele acaricia, encoxa, beija o pescoço até que ouve justamente o que não queria ouvir naquele momento: “Amor, hoje não”.
Situação 2: Ele passou o dia inteiro pensando em sexo. Cogitou até bater umazinha pra aliviar a tensão, mas achou melhor guardar a vitalidade pra ela. Toma aquele banho e pula na cama com o menino já demonstrando a empolgação. Ela está vendo filme. Está cansada. Tudo o que mais queria era domir de conchinha ganhando cafuné. Ele insiste. Quer tascar-lhe um beijo de língua, daqueles que chamam pro sexo, mas ela corta com um delicado selinho. Ele acaricia, encoxa, beija o pescoço até que ouve justamente o que não queria ouvir naquele momento: “Amor, hoje não”.
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