OLÁ PESSOAL, SOU A DONA DE BLOG, E MAIS UMA VEZ VENHO COM POSTAGENS INOVADORAS.
Através um passeio na net, li alguns relatos e artigos sobre o SWING, confesso que nunca experimentei... mas achei bem interessante os artigos que li. um deles me chamou atenção e resolvi postá-lo. espero que gostem. não deixem de ler.... abraços a todos.(Devassa sex).
Swing Club---
Que susto!
Fui surpreendida por uma proposta de uma amiga: Gostaria muito de conhecer uma casa de swing. Vamos?. Acho que pelo meu espanto ela logo imaginou o que estava pensando. E ela: Calma, amiga. Não quero transar com o Bruno (meu marido) e o Fausto (marido dela) não quer transar com você. Admito, respirei aliviada.
Depois desse espanto inicial, paro para ouvir o que ela realmente quer. Ela me explica que deseja muito conhecer a tal casa, mas que sente-se insegura em ir somente com o marido (que também nunca havia ido). Entende que estaríamos mais seguros estando em maior número. Realmente, tenho que admitir. É um alívio saber que há pessoas de confiança por perto em um ambiente que não conhecemos. Pela
farra, como sempre, topo. Lá vamos nós.
Entramos em contato com a tal casa para saber como o troço funciona. É um esquema de segurança armado! Meu Deus! Como é nossa primeira visita, devemos passar o endereço e um motoboy irá nos entregar os convites (pagamento adiantado). Nessa altura, as expectativas já estavam a mil e resolvemos pagar o tal motoboy. Pegamos os convites. Que medo de entrar em uma furada (o convite não é nada
barato...).
Chega o grande dia. Vamos para a tal casa. Chegamos lá e o clima de tensão continua. Apresentar documentos, revista nos rapazes, detectores de metal em todos. Confesso, pensei: Vixe! Que tipo de pessoa freqüenta esse lugar!. Vamos direto para o barzinho. Precisávamos todos de um pouco de álcool para diminuir a tensão.
Começamos a andar por toda a casa e conhecer os ambientes. Organização e limpeza se destacam. Começo também a me surpreender.
Analisando os casais, em maioria, mostram-se tranqüilos e entrosados. Imaginava que seríamos os únicos casais...realmente casais que estariam nesse lugar. Me enganei. Conheci um ambiente de respeito à opinião e desejo do outro, como encontrei em poucos lugares. Um não reflete um real não. Sem insistências.
Uma experiência fantástica, com um resultado fascinante. Transei com meu marido (em espaço privado, pois não me senti a vontade para qualquer exposição), como a muito não transávamos.
É como estar dentro de um filme pornô, sem ter que participar dele. Adorei e recomendo!
É impressionante como deixamos de viver e experimentar coisas por simples preconceito. O campo sexual é refém, em muitas opções, desse vilão. Quantos de nós não fez ou faz cara feia quando é surpreendido por uma situação que considera inadmissível (um nojo!), sem nem mesmo ter experimentado.
Por isso, vivo a vida: experimento! Já descartei muita coisa (após ter experimentado) e já me surpreendi com muitas outras. A cada descoberta, me sinto mais segura em minha relação com meu marido e mais auto-confiante. Apetrechos sexuais, historinhas, filmes, revistas, lugares inusitados...solte a criatividade e arrisque-se!
Fui surpreendida por uma proposta de uma amiga: Gostaria muito de conhecer uma casa de swing. Vamos?. Acho que pelo meu espanto ela logo imaginou o que estava pensando. E ela: Calma, amiga. Não quero transar com o Bruno (meu marido) e o Fausto (marido dela) não quer transar com você. Admito, respirei aliviada.
Depois desse espanto inicial, paro para ouvir o que ela realmente quer. Ela me explica que deseja muito conhecer a tal casa, mas que sente-se insegura em ir somente com o marido (que também nunca havia ido). Entende que estaríamos mais seguros estando em maior número. Realmente, tenho que admitir. É um alívio saber que há pessoas de confiança por perto em um ambiente que não conhecemos. Pela
farra, como sempre, topo. Lá vamos nós.
Entramos em contato com a tal casa para saber como o troço funciona. É um esquema de segurança armado! Meu Deus! Como é nossa primeira visita, devemos passar o endereço e um motoboy irá nos entregar os convites (pagamento adiantado). Nessa altura, as expectativas já estavam a mil e resolvemos pagar o tal motoboy. Pegamos os convites. Que medo de entrar em uma furada (o convite não é nada
barato...).
Chega o grande dia. Vamos para a tal casa. Chegamos lá e o clima de tensão continua. Apresentar documentos, revista nos rapazes, detectores de metal em todos. Confesso, pensei: Vixe! Que tipo de pessoa freqüenta esse lugar!. Vamos direto para o barzinho. Precisávamos todos de um pouco de álcool para diminuir a tensão.
Começamos a andar por toda a casa e conhecer os ambientes. Organização e limpeza se destacam. Começo também a me surpreender.
Analisando os casais, em maioria, mostram-se tranqüilos e entrosados. Imaginava que seríamos os únicos casais...realmente casais que estariam nesse lugar. Me enganei. Conheci um ambiente de respeito à opinião e desejo do outro, como encontrei em poucos lugares. Um não reflete um real não. Sem insistências.
Uma experiência fantástica, com um resultado fascinante. Transei com meu marido (em espaço privado, pois não me senti a vontade para qualquer exposição), como a muito não transávamos.
É como estar dentro de um filme pornô, sem ter que participar dele. Adorei e recomendo!
É impressionante como deixamos de viver e experimentar coisas por simples preconceito. O campo sexual é refém, em muitas opções, desse vilão. Quantos de nós não fez ou faz cara feia quando é surpreendido por uma situação que considera inadmissível (um nojo!), sem nem mesmo ter experimentado.
Por isso, vivo a vida: experimento! Já descartei muita coisa (após ter experimentado) e já me surpreendi com muitas outras. A cada descoberta, me sinto mais segura em minha relação com meu marido e mais auto-confiante. Apetrechos sexuais, historinhas, filmes, revistas, lugares inusitados...solte a criatividade e arrisque-se!
Muito legal vivi uma experiência igualzinha , depois que conheci o ambiente minha visão mudou recomendo aos casais .
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