domingo, 31 de março de 2019

Manual da rapidinha: descubra porque essa modalidade de sexo faz tão bem

Saiba como a rapidinha pode trazer benefícios para o relacionamento, suas características e os melhores locais para fazer

Na correria cotidiana, às vezes nem sobra tempo para o sexo. Mas, pensando bem, qual relacionamento fica bem sem ele? Não dá pra dizer que o sexo é tudo na relação, mas nem por isso pode ser deixado de lado. Sexo, mais do que romance, para muitos é uma necessidade física. Por isso, ele é importante para preservar a satisfação pessoal, o relaxamento e até mesmo as relações.
A rapidinha deve fazer parte das relações, principalmente das mais longas. No cansaço do relacionamento diário, com tanta coisa pra cuidar, nem sempre é possível aquele tempo ou disposição para uma transa completa, com preliminares, romance, carinhos… Todo mundo gosta de investir tempo no sexo, mas às vezes isso não é possível. A rapidinha proporciona satisfação imediata, e pode ser praticada em lugares diferentes, com roupas e sem a preocupação de ser um pacote completo. Ela também pode ser uma alternativa ao alívio rápido buscado através da masturbação, sendo assim uma opção a mais para quem procura prazer e não tem tanto tempo.
Para a psicóloga especialista em relacionamentos, Pamela Magalhães, a rapidinha pode trazer muitos benefícios para um relacionamento, pois “imersos neste ritmo caótico do mundo contemporâneo, muitas vezes nos falta tempo para tudo, inclusive para o sexo. Então, para que os casais não se restrinjam ao agendamento de suas transas ou mesmo se limitem em aguardar o melhor momento possível (o que acaba por extingui-las), a rapidinha pode ser uma excelente alternativa! Recheada de emoção, adrenalina, e justamente por ser inesperada, apenas fiel ao desejo imediato, pode render muita satisfação e dar um upgrade no ânimo e na autoestima do casal”.

Características

Na rapidinha não há tempo para muitas preliminares e jogos. Como o próprio nome diz, a característica mais marcante dessa modalidade é o seu tempo de duração. Como o assunto é duração, o conforto não deve ser uma grande preocupação. Também não é necessário que os dois estejam nus – sexo com roupas pode ser muito excitante -, quantas vezes não vemos isso em filmes?
A diversão aqui está justamente na aventura e na surpresa. É uma relação sexual feita de maneira casual e instantânea. Pode, e às vezes deve acontecer fora da cama, em outros cômodos dentro ou fora de casa. Como o tempo é curto, conhecer em detalhes o corpo do seu parceiro pode otimizar o aproveitamento da rapidinha.
Mas para a rapidinha acontecer é necessária uma disposição dos dois. Por isso, nada de frescura ou preguiça e aproveite o (pouco) tempo que vocês tem juntos.

Por que faz bem

Muitas vezes, o cansaço do dia a dia e da vida a dois esfria a vida sexual de um casal. Com a rotina e as responsabilidades em comum, o libido e a atração podem cair. Se essa situação for acompanhada por uma diminuição no número de relações, pode significar um perigo para a união.
A rapidinha pode ajudar e deve ser inserida na vida sexual de um casal. Certamente isso dará um novo gás e alegria à relação, deixando-a mais despojada e atraente. E não precisa necessariamente ter penetração. Uma rapidinha de sexo oral também é uma ótima ideia.

Onde fazer? Veja 9 sugestões para sua rapidinha

O aspecto mais legal da rapidinha é que ela não precisa de uma cama para rolar. Já que a ordem é satisfação rápida, bom mesmo é que seja inesperado. Inove nos locais dentro ou fora de casa. Quanto maior a adrenalina, mais excitação. O risco de serem flagrados no ato imprime ao sexo um gostinho de aventura. Mas tenha cuidado ao fazer sexo em lugares públicos, se vocês forem pegos podem até serem presos por atentado ao pudor.
Aproveite para dar uma rapidinha nos momentos em que vocês se cruzam em casa, pela manhã ou nos momentos mais agitados em que estejam juntos. Às vezes deixar para a noite ou para o final de semana pode frustrar pela frieza do agendamento e também por alguma eventualidade, o sexo poderá acabar não acontecendo
Reunimos algumas dicas dos melhores lugares para a rapidinha. Não importa onde seja, eles vão ficar loucos se a atitude partir de você:

1. No banheiro

O banheiro é um excelente local para a rapidinha. Além de ter a segurança de ser dentro de casa, pode-se aproveitar o momento em que ele ou você estão se arrumando para o trabalho. Surpreenda seu parceiro quando ele estiver tomando banho, no chuveiro ou na banheira. Ele vai adorar sua atitude e os dois ainda saem limpinhos.

2. Na cama

A rapidinha pode acontecer em muitos lugares, mas a cama não precisa ser riscada da lista. Uma rapidinha pela manhã, quando os dois estão cheios de disposição, vai imprimir um novo clima no seu dia. A sexóloga Walkíria Fernandes lembra que “ao acordar pela manhã, mesmo com o horário apertado, quando o tesão acontece, muitas vezes fica difícil deixar para desfrutar do sexo no fim do dia. Até mesmo porque o desejo pode não ser o mesmo quando o tempo estiver disponível”.

3. Na cozinha

Apoiados na pia ou encostados na parede. Aproveite para atacar seu parceiro quando ele estiver lavando a louça ou cozinhando.

4. Na janela

Fazer sexo de frente para a janela pode unir a tranquilidade de estar em casa com a emoção da possibilidade de serem vistos. Você pode apoiar as mãos na janela e seu parceiro a penetrar por trás. Para esse local existe um truque: se sua casa estiver só um pouco mais escura do que o lado de fora, não tem como vocês serem avistados pelos vizinhos, é garantido. A visão do movimento da rua e a dúvida de se vocês poderão ser vistos vai deixar a brincadeira muito excitante.

5. No carro

O carro é um ótimo lugar para a rapidinha, até porque nele não dá para ficar confortável o suficiente para um sexo completo ou posições elaboradas. Se o carro tiver espaço e vidros escuros, melhor ainda. Vocês podem estacionar em algum lugar mais reservado e até aproveitar o caminho para algumas carícias, mas com muito cuidado – nada muito complexo para não perder a atenção no trânsito.

6. No prédio

Quem nunca se imaginou (ou até já pôs em prática) fazendo uma rapidinha na escada de serviço ou no elevador? Nesses casos é preciso ficar atento à presença de câmeras de vigilância. Um flagra nesses locais pode te dar uma dor de cabeça com a vizinhança.

7. No trabalho

No seu escritório ou no dele, mas só se um de vocês tiver uma sala privada. Imagina surpreender seu amor com uma visitinha íntima? Com certeza o resto do dia de trabalho vai ficar bem mais agradável.

8. No motel

Que tal “sequestrar” seu parceiro para uma passadinha rápida no motel, na hora do almoço ou em um intervalo do trabalho? Esse local ainda tem a vantagem de vocês poderem tomar um banho para voltarem às suas tarefas do dia a dia sem estarem descabelados.

9. No banheiro da festa ou do bar

Taí um lugar sinônimo de muita aventura. O grau de dificuldade aqui é maior do que o de todos os locais citados anteriormente. Em uma festa ou balada normalmente já estamos mais descontraídas e pode ser uma ótima pedida para deixar o evento ainda mais animado para os doi

A rapidinha tem regras?

Uma boa rapidinha, assim como tudo no sexo, não carrega muitas regras ou obrigações. O legal mesmo é ser espontâneo e diferente. Mas assim como tudo na vida, alguns aspectos devem ser levados em conta:
  • Se você acha que pode rolar uma rapidinha ou tem tendências para isso, não se esqueça de carregar junto o seu preservativo favorito. Sexo e proteção caminham juntos, mesmo nos momentos mais corridos.
  • Em locais públicos, esteja muito atenta para que vocês não sejam surpreendidos. Também é de sua responsabilidade manter o mínimo de bom senso. A ideia é ser emocionante, mas jamais desrespeitoso para alguém.
  • Não vá sair contando para os colegas de trabalho ou do condomínio as estripulias que você já fez por ali. As notícias correm rápido e podem te trazer problemas.
  • Manter as roupas à mão também é importante quando a transa acontece em lugares onde vocês podem ser surpreendidos a qualquer momento.
  • A regra principal: permita-se e divirta-se!

Não só de rapidinha se sustenta um relacionamento

Agora que você já sabe tudo sobre a modalidade, não deixe que ela esteja mais presente na sua vida sexual do que uma relação mais completa. A rapidinha é para satisfação imediata e para dar mais movimento à relação, mas uma modalidade não deve excluir a outra. Isso poderia atrapalhar na sua vida emotiva por não proporcionar profundidade no relacionamento.
A sexóloga Walkíria Fernandes adverte: “Não devemos nos esquecer de que as rapidinhas devem ser esporádicas para que possam trazer até mesmo aquela sensação de um sexo quente. No entanto se as relações forem, na maioria das vezes, com pouco tempo, poderão comprometer a motivação, diminuindo o desejo sexual”.

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segunda-feira, 11 de março de 2019

Sexo tântrico: uma prática de conexão, intimidade e expansão



O sexo tântrico... surgiu do tantra ou tantrismo, ou seja, um conjunto de técnicas de meditação que buscam o aumento da reconexão consigo mesmo e com o outro. Dessa forma, mais do que penetração, ele trabalha com as energias sexuais, sendo um instrumento de expansão da consciência. Além disso, a massagem é um de seus elementos principais, que permite a abertura para diferentes possibilidades.
Ainda assim, muitas pessoas têm uma noção distorcida sobre o que é o sexo tântrico. Imaginam rituais cheios de movimentos complicados ou impossíveis. Entretanto, a prática é recomendada para todos os casais, sem limitações de idade ou preferências sexuais. A única condição é disponibilidade para novas sensações. Entenda mais sobre o assunto com a consultora em Educação Sexual, Lauren Souza.

Sexo tântrico: características

O sexo tântrico é uma filosofia de vida milenar, em que todo o universo está interligado e entrelaçado. Inclusive, segundo Lauren Souza, “tudo é energia e nosso corpo nada mais é do que uma energia condensada”. E para fazê-la circular, o tantra usa o corpo como instrumento.
Nele, a penetração não é necessária, isso porque os orgasmos podem acontecer com base apenas na circulação dessa energia presente entre os parceiros. O resultado? Qualidade e intensidade superiores em relação ao que estamos acostumados.
Além disso, o sexo tântrico não é considerado como uma religião, sendo apenas uma forma de buscar a consciência e a iluminação por meio do corpo. Por isso, sua prática é baseada principalmente no respeito, conduzindo nossos desejos sexuais para propósitos mais elevados.
Para a consultora em Educação Sexual, “ele possibilita a renovação da visão a respeito da sexualidade, do amor e da espiritualidade”. Nele, a ejaculação é elemento secundário, ou seja, o importante mesmo é que os casais desfrutem da presença um do outro e do momento de entrega.

Escrito porMariana Paiva




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Benefícios do sexo tântrico

www.dicasdemulher.com.br/sexo-tantrico/

  • Proporciona a aceitação e a consciência corporal
  • Possibilita orgasmos múltiplos
  • Alivia a ansiedade
  • Equilibra as energias do corpo
  • Ajuda no conhecimento da própria sexualidade
  • Contribui para a utilização dos cinco sentidos
  • Quebra paradigmas e tabus sexuais
  • Ensina a respirar melhor
Diante disso, é notável que são muitos os benefícios e eles vão para além dos prazeres físicos ou corporais. Ou seja, a parte psicológica também é constantemente alimentada por esse conjunto de práticas. Logo, as melhorias são observadas tanto nos homens, quanto nas mulheres. Isso porque o sexo tântrico é baseado em cumplicidade, em parceria.

Como praticar o sexo tântrico

Não existe uma receita simples, que sempre termine em orgasmo. Entretanto, no sexo tradicional valorizamos a performance e outros elementos secundários, como a beleza. Nesse caso, esses são detalhes que desviam nossa atenção, impedindo o acesso ao corpo em sua totalidade. Por isso, no sexo tântrico, é importante focarmos na experiência como um conjunto.

1. Quebre conceitos

Primeiramente, aquiete a mente e conheça seu corpo. Dessa forma, o foco precisa estar nas sensações, não em fantasias ou pensamentos que tirem a atenção do momento. “O sexo tântrico é atencioso e deve ser feito sem pressa”, comenta Lauren Souza.

2. Explore o corpo

Toque o corpo do seu parceiro ou da sua parceira a fim de transmitir sensibilidade para partes que geralmente ficam esquecidas. Segundo a consultora em Educação Sexual, “a ideia é sensibilizar o todo por meio de toques suaves e relaxantes”.

3. Respire

Essa é uma das práticas mais importantes do sexo tântrico. Considerando isso, Lauren Souza orienta que a inspiração deve ser bastante profunda, enquanto a expiração precisa ser bem relaxada. Um exercício complementa o outro, potencializando sensações.

4. Entenda a filosofia

Isso porque ela propõe maior conexão com o seu ser, principalmente expandindo a consciência e a percepção do corpo. “Dentro da terapia tântrica, você vai aprender a lidar com sua sensações e a trazer intimidade para dentro da sua vida”, finaliza a consultora.
Em síntese, o sexo tântrico é uma prática presente e consciente que foca no processo, não nos objetivos. Nele, a sexualidade não aparece atrelada a fantasias ou erotismos, mas a uma conexão com outra pessoa em níveis muito mais íntimos. Agora, explorar essas possibilidades pode demandar certa paciência e persistência? Talvez! Mas se vale a dica: invista na ideia!










10 coisas que os homens nunca vão entender sobre as mulheres...kkkkkk

O que os homens sabem sobre as mulheres? É uma pena que a resposta seja: muito pouco. Eles vivem pedindo um manual e assumindo publicamente que querem pouco e elas querem muito. Claro, não nos contentamos com mixaria e somos muito mais ligadas em pequenos detalhes, que apesar do tamanho, fazem toda a diferença. Também não deve ser fácil ser um homem tentando nos entender. Afinal, temos a capacidade de nos envolver emotivamente em quase tudo, fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo e fomos dotadas da possibilidade de gerar a vida dentro de nós. Ora, não dá para esperar simplicidade de pensamento em seres tão complexos. Não basta explicar exaustivamente, eles nunca vão entender certas coisas sobre as mulheres.

1. Qualquer roupa não serve

Quando o assunto é modelito, os homens geralmente não estão muito por dentro. Eles adoram nos encontrar lindas, arrumadas e perfumadas, mas fazem questão de dizer que não se importam com isso. Heim? Uma contradição constante da qual eles nem percebem. Quase sempre dão preferência para as mais arrumadinhas e, no entanto, insistem em dizer que não ligam para roupa ou maquiagem.

2. Companhia para ir ao banheiro

Esse é um dos mistérios que eles sempre tentam entender por mais que a gente explique. Para os homens, querer companhia para ir ao banheiro é uma das “loucuras femininas”. Mal sabem eles que temos assuntos para tratar sem a presença masculina, além de dicas sobre a roupa, acertar a maquiagem ou simplesmente querer fofocar um pouquinho, por que não?

3. Somos muito mais detalhistas

Não é porque os homens têm dificuldade em perceber detalhes, que nós vamos desistir. Gostamos que eles percebam o novo corte de cabelo, uma roupa nova e até a cor da unha. Ora, se muitas vezes nos preocupamos em agradá-los, é natural que queiramos que eles notem. Além dos detalhes físicos, somos mais emotivas e influenciadas por sentimentos, outra particularidade que seria ótimo que eles entendessem.

4. Fingimos orgasmo

Difícil encontrar um homem que assuma que as mulheres fingem orgasmo. A resposta quase não varia de “Comigo não! Eu consigo perceber!” Ledo engano. As mulheres são mestres em fingir orgasmo, seja porque já se cansaram, não estão gostando ou simplesmente para agradar. Os homens fazem questão de que as mulheres sintam prazer com eles, então fica bem difícil assumirem que pode ter acontecido. Mas vale dizer também que não fazemos isso o tempo todo.

5. Gostamos de gentilezas, invariavelmente

Qualquer tipo de mulher, em qualquer situação ou lugar do mundo gosta de receber flores e surpresas. Às vezes fazemos charminho dizendo que não ligamos pra isso. Mas a realidade é que gostamos sim. Mesmo a mais durona sonha em receber presentes surpresa no trabalho ou em qualquer ocasião. E não é, como eles pensam, porque somos consumistas, mas sim por ser uma demonstração de que a atenção dele está na gente e que eles tem interesse em agradar.

6. O príncipe encantado

Ao contrário do que muitos pensam, a busca do príncipe encantado não envolve um rapaz bonito em um cavalo branco que nos leve para morar em um castelo. Segurança, respeito, carinho e um pouco de cuidado com a aparência já resolve tudo!

7. Querido, estou bonita assim?

Quando perguntamos se estamos bonitas queremos saber apenas se não estamos parecendo monstras loucas de cabelo verde. Não é pra ser super sincero ou medicinal nessa hora. Certamente ninguém está esperando frases do tipo “você está meio gordinha ali” ou “podia ser outro vestido”. Além da possibilidade de causar um baita problema, reclamar da roupa só vai fazê-los esperar o dobro do tempo até decidirmos por outra.

8. Queremos atenção depois do sexo

É possível definir, a grosso modo, que os homens tem o orgasmo como objetivo do sexo. Já com as mulheres é diferente. Além de precisarmos um envolvimento emocional para que cheguemos lá, o momento íntimo é um dos maiores fatores para toparmos fazer sexo (isso é bem variável de acordo com a duração do relacionamento). Então, nada estranho queremos um pouco de atenção depois do sexo, um carinho e uma cumplicidade.

9. Queremos atenção o tempo todo

Quando gostamos de alguém, o que mais queremos é ser o principal assunto em suas cabeças. Não precisa ligar a cada meia hora ou mandar chuva de pétalas por helicóptero. Mas não tem nada mais desanimador para uma mulher do que um homem que não demonstra interesse em sua companhia e seus assuntos, ou para quem tenhamos que ligar e mandar mensagens, sem reciprocidade.

10. Nada é tudo

“- Algum problema, meu amor? – Não” Talvez a maior “pegadinha” feminina. Quando temos algum problema referente a eles incomodando, é comum respondermos que não, nada demais. Isso pode estar ligado ao fato dos detalhes. Afinal, se temos algum problema com eles, queremos que eles percebam por conta própria. Vamos ser sinceras, às vezes exageramos em alguns assuntos. Mas eles também nunca vão entender essa nossa mania de detalhes minuciosos.

Mas é claro que provavelmente o que você leu aqui não é novidade para as mulheres. Quem sabe mostrar esse texto para o seu companheiro não lhe dê uma ajudinha com os grandes mistérios femininos? E embora cada homem e cada mulher tenham suas particularidades, muitos dos itens citados são comuns à maioria
dicas  da  devassasex.... aproveitando  esse artigo  maravilhoso....Escrito por
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MENINOS 
*...cuidado, com o prazer das mulheres para que  não  continuemos  a fingir  orgasmo...
*observe  se  sua namorada, amante, arrumou o cabelo, botou uma nova  calcinha..etc...isso  vale muito.
*as mulheres  adoram mimos...momentos  de  romance, mesmo  aquelas  que  curtem uma pegada mais  forte. acreditem!
* seja um principe (e um lobo.).rs....gentil,educado, atencioso..safado pegador...tudo  na medida certa.
gostaram???VEM MAIS POR AÍ.... (NALVA)




Ponto G existe?

 Sexóloga dá dicas de movimentos e posições para aproveitá-lo

Acredita-se que ele esteja na região próxima da inervação do clitóris e, por isso, seja responsável pelo orgasmo feminino...

Sim, há muita informação e até algumas “inovações” quando o assunto é o sexo, a busca por prazer. Mas, não tem como negar: tudo isso causa muitas dúvidas e, em alguns casos, até uma busca exagerada pelo “sexo perfeito”, pelo “prazer intenso”.
Keila Oliveira, psicóloga, sexóloga e terapeuta sexual, comenta que, ao longo do tempo, muitas respostas (a respeito da sexualidade, do sexo e do orgasmo) foram encontradas; e outras vieram surgindo muito mais como especulações e suposições. “Ao passo que temos evoluído em tecnologia e respostas prontas para o cotidiano e o dia a dia, temos visto que essa urgência em saber de tudo e tornar a vida cada dia mais prática e excepcional se tornou um alvo muito claro, o qual praticamente todo mundo busca prementemente”, diz.
“Temos uma verdadeira indústria da felicidade posta todos os dias em favor de gadgets e descobertas bombásticas que facilitem a vida e nos impedem de dar de cara com as frustrações e com o próprio envolvimento emocional como reflexo de nossas conquistas e também dos nossos fracassos. Na área da sexualidade, porém, temos poucas novidades em termos de tecnologia e avanços da medicina, quando comparados às demais áreas da ciência: como estética, genética, cardiologia e infectologia, por exemplo”, observa.
Quando o assunto é sexo, um tema muito destacado é o chamado ponto G, rodeado, porém, de muitas dúvidas. Ele seria praticamente o “responsável” por proporcionar um prazer máximo à mulher.
Keila explica que o termo “ponto G” surgiu na década de 80 e tem sua origem na alusão de estudos na área da anatomia feminina do médico alemão Ernst Gräfenberg. “Segundo esse conceito, seria uma região encontrada na região anterior da vagina, há mais ou menos 4 cm da entrada do canal da vagina. Acredita-se que seria exatamente na região próxima da inervação do clitóris e, por isso, responsável pelo orgasmo”, diz.
Ricardo Luba, ginecologista, obstetra e especialista em Reprodução Humana, comenta que há quem concorde e quem não acredite no chamado ponto G. “Na verdade, não há evidência científica, mas ele costuma ser indicado como na entrada da vagina, na parede anterior”, afirma.

Como encontrar o ponto G?

Mas, afinal, o que é o ponto G? Como encontrá-lo? Ele “funciona” para todas as mulheres?
“Para achar o ponto G, deve-se introduzir o dedo indicador na vagina com a palma da mão virada para cima. A parede vaginal nessa região apresenta rugosidades, irregularidades. Aprofundando-se um pouco mais o dedo pode-se perceber que a parede vaginal torna-se lisa. O ponto G encontra-se na região da parede anterior da vagina, com rugosidades”.
Ricardo Luba, ginecologista, obstetra e especialista em Reprodução
O ginecologista acrescenta que a masturbação e até o uso de vibradores podem ajudar a mulher a encontrar o ponto G. “Com a masturbação, a mulher aprende seus pontos de maior prazer e, assim, o uso de vibradores ajuda na localização do ponto G”, orienta.
Keila explica que prefere chamar essa de uma “região virtual”. “É extremamente válida que seja explorada, no entanto, a denomino assim, pois funciona em algumas mulheres, em outras não. Há teorias de que ela existe em todas as mulheres, mas em algumas ainda não foi encontrada ou estimulada adequadamente. Outras, de que em algumas mulheres essa zona é mais proeminente e, por isso, de melhor acesso”, pondera.
“O que não devemos perder de vista é que cada mulher é um mundo complexo e idiossincrático. O que é excelente para algumas pessoas, para outras pode ser absolutamente estranho e isso vale para qualquer coisa na vida, inclusive para o sexo e o orgasmo. O orgasmo e o desejo feminino ainda são zonas em grande parte desconhecida, e muito ainda teremos que descobrir”, destaca a sexóloga.
“Ao longo dos anos, atendendo casais e mulheres com baixo desejo, dificuldades de orgasmo e problemas relacionados ao sexo, chego cada vez mais próximo do entendimento de que as pessoas têm preguiça em tentar conseguir uma vida sexual mais satisfatória e ampla e buscam em respostas prontas a solução para uma vida sexual mais divertida e um sexo ‘plus’, sem que para isso tenham muito trabalho ou invistam todo seu lado criativo nisso. E, é justamente por acreditar nisso que sinto que o ponto G faz tanto sucesso na mídia, porque é mais uma resposta pronta. ‘Achamos! Oba! Nossa vida sexual a partir de agora será uma maravilha’”, comenta Keila.
A sexóloga explica que a forma criativa de sempre buscar outras respostas e coisas legais para a vida sexual e a dois é maravilhosa: “temos que buscar e reinventar, sempre. Mas não podemos cair no engodo de que elas são milagrosas e resolvem nosso problema em definitivo”, diz.
Keila ressalta que o ponto G, em tese, se localiza bem próximo à entrada da vagina, na parte anterior. “Para encontrá-lo, devemos colocar o dedo voltado para a região do pubes e fazer uma massagem como se tivéssemos uma ‘cosquinha’, o chamado movimento de ‘vem cá’. Deve-se buscar vários tipos de toques, mais delicados, com mais pressão, mais rápidos, ou mais lentos. Cada mulher poderá senti-lo de uma maneira diferente”, esclarece.
“O que se deve ter em mente é de que todo o entorno do ato sexual tem reflexo sobre isso; o que quero dizer é de que nada adianta investir no ponto G sem nenhuma preliminar, sem clímax nenhum, como se o ponto G fosse o ‘botão do ON’! Na verdade, na mulher, é difícil achar um único ‘botão ON’. Eu sempre digo: existem vários botõezinhos e, se você não ligar uma combinação de vários deles, o sexo pode vir a ser sem graça e monótono. Esses ‘botõezinhos mágicos’ estão espalhados por todo o corpo, em diversas zonas erógenas, nas nossas emoções, na nossa mente e inclusive na nossa imaginação. Ligue uma combinação deles e a chance de sucesso é bem alta”, estimula a sexóloga.




5 movimentos e posições para aproveitar o ponto G

Para a mulher encontrar o ponto G sozinha na masturbação é um pouco mais complicado do que com a ajuda do parceiro, de acordo com Keila. Mas abaixo ela passa algumas dicas de movimentos/posições para ajudar nos dois casos:
  1. Deitada de bruços, com os dedos buscando a parte superior do canal da vagina com movimentos fortes e lentos;
  2. Deitada de bruços, com os dedos buscando a parte superior do canal da vagina, simulando uma penetração rápida;
  3. Deitada de costas, colocando o dedo no interior da vagina como se tivesse cavando um buraquinho em direção ao colchão;
  4. Na masturbação, sozinha, a mulher deve buscar as posições sentadas sobre a cabeceira da cama, buscando uma posição em que seja confortável o alcance dessa região. Ajuda colocar um travesseiro em baixo das pernas;
  5. Deitada de lado em posição fetal com um travesseiro dobrado entre as pernas.

Homem tem ponto G?

Keila explica que o correlato do ponto G masculino seria a região inervada da próstata, alcançada ou pelo toque retal ou pela região exterior do períneo (entre os testículos e o ânus). “Mais do que ficar buscando ‘respostas prontas’ quando o assunto é sexo e, no caso, o prazer do homem, vale mais buscar investir nas carícias em várias regiões do corpo e sob diversas formas”, diz.
“Embora não sejam todos, alguns homens simplesmente têm pavor só em pensarem em ser tocados nessa região (isso se dá muito em virtude do mito de que o prazer anal está relacionado com a homossexualidade, o que é não verdade). Para esses homens, desista dessa tentativa pelo ânus; a tentativa talvez seja mais frutífera pelo períneo e, mesmo assim, olhe lá!”, comenta a sexóloga.
á outros homens deixam declarados essa preferência para as suas parceiras e, se elas não tiverem ressalvas quanto a isso, ‘maravilha’. O ânus do homem é uma região erógena, por sua proximidade à próstata que se dá por ele. A próstata, por sua vez, é uma região extremamente vascularizada e inervada, que quando estimulada proporciona prazer intenso”, acrescenta Keila.
A verdade é que, tanto no caso da mulher como do homem, vale sempre lembrar que as pessoas são únicas. O que é bom para uma, pode não ser legal para outra. Não há mal nenhum em tentar buscar o chamado ponto G, muito pelo contrário, esta pode ser uma busca prazerosa. O que não é válido é ficar “obcecada(o)” com isso, achando que este é o único caminho para um sexo realmente prazeroso.
O diálogo entre o par é fundamental. Não se deve ter medo de perguntar do que o outro gosta ou não gosta. “É sempre bom saber até onde seu par topa ou não topa determinadas carícias. Respeitar os gostos e limites do outro é um excelente caminho”, ressalta Keila.
No sexo, assim como num relacionamento em geral, não há regras… O importante é querer e estar disposta para viver aquilo naquele determinado momento!